Algumas coisas ficaram no apartamento do dono anterior: janelas, pia da cozinha, pia do banheiro, box e chuveiro - que me surpreendeu na facilidade pra trocar a resistência - e o vaso sanitário.
O vaso sanitário é um item que eu não esperava me preocupar. Geralmente não é ideal, mas também costuma ser razoavelmente funcional.
O que se espera num vaso?
- Assento limpo (mas isso é tarefa do usuário).
- Assento que não esfrie demais no inverno (fácil de resolver).
- Descarga que mande até o resultado do rodízio de pizza da noite anterior embora com tranquilidade.
- Que não respingue na bunda.
Excluindo os problemas mais frequentes e simples do assento, sobra a limpeza do vaso. Dois pontos devem ser atendidos nesse critério, surgidos em ocasiões gástricas completamente distintas: na descarga, o vaso deve mandar até o mais robusto dos toletes embora e também deve eliminar todos os estilhaços de explosões anais.
Não estudei vasos pra entender esses problemas, mas observei alguns fluxos para observar casos de sucesso e fracasso em manter a limpeza.
O vaso autolimpante deve ter água passando por toda a superfície interna e deve conseguir arrancar a sujeira das paredes. Imagino se o projeto teria alguma relação com o cálculo de tensão trativa em projeto de esgotos (que precisam ser autolimpantes pois não dá pra ficar passando a vassourinha toda hora).
Daí fica uma questão extra, o mais importante vai ser a declividade do fluxo da água, ou será que vai ser a altura do reservatorio?
Como exemplo mais visual, observei as seguintes formas do escoamento:
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E agora, será que essas constatações são suficientes pra fazer uma compra adequada?


